Anuidade Zero
Você esta cansado de todo mês ter que pagar aquela taxa enjoada no seu cartão de crédito? Faça como eu… Pra que pagar anuidade se existem vários cartões que não cobram essa taxa. Só paga anuidade de cartão de crédito quem quer.
É so você pensar que qualquer compra que você faz, o comerciante/loja paga uma taxa para utilização do serviço e você ainda também ter que pagar mais uma outra taxa?? É facilidade demais pros bancos. Vamos começar nossa campanha. ANUIDADE ZERO
Alguns cartões listados possuem anuidade, só que eles ofereçem várias vantagens que os demais que cobram não ofereçem. Mas sempre leia com atenção os termos antes de solicitar.
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MobilePedia
O PanAmericano premiará seus clientes com créditos em minutos para celular pré-pago de qualquer operadora. Cada real em compras gera um ponto e cada dois mil pontos geram R$ 10 de crédito. Porém, não é preciso gastar R$ 2 mil para chegar aos dois mil pontos. Os participantes do programa de fidelidade de cartões de crédito Maxi Bônus também acumularão pontos no relacionamento com o banco.
A iniciativa surge de uma vontade dos próprios clientes do banco. “Fizemos uma pesquisa com nossa base de clientes que indicou que minutos no celular pré-pago era o prêmio mais solicitado para resgate no programa de fidelidade”, explica Marcelo Consentino, gerente de cartões do Banco PanAmericano.
Além disso, o Banco PanAmericano (Grupo Silvio Santos) começará a disponibilizar uma solução muito interessante para seus clientes. Eles poderão parcelar a compra de créditos para celular pré-pago em até três vezes sem juros no cartão de crédito (parcela mínima = R$ 10,00). Para realizar a compra parcelada, os portadores de cartões PanAmericano deverão ligar para a Central de Atendimento (4003-0211) ou acessar o site www.recargapan.com.br.
Portal EXAME
O Banco do Brasil pretende emitir até o final do ano 100 mil cartões com a bandeira American Express para seus clientes de alta renda, que terão benefícios diferenciados. Com a parceria anunciada hoje, o banco público federal passa a ser o terceiro emissor da marca norte-americana no País - os outros são Bradesco e HSBC. "A American Express será importante para a nossa base de clientes de alta renda e vai contribuir para a expansão do faturamento no segmento de cartões", afirmou o diretor de Cartões do BB, Denilson Molina. Os cartões serão ofertados aos clientes "Estilo" (cerca de 430 mil) e são considerados de alta renda - renda superior a R$ 6 mil mensais ou que possuam mais de R$ 100 mil em aplicações. Além disso, há outros 600 mil que atendem a esses requisitos, mas que não são classificados como "Estilo". Essa base de consumidores responde por 20% do faturamento de cartões do banco. O BB enxerga ainda como cliente potencial para os cartões American Express os 100 mil correntistas de alta renda da Nossa Caixa. O presidente regional da American Express para a América Latina e Caribe, Carlos Pascual, afirmou que a parceria com o BB está dentro da estratégia da bandeira no Brasil, que é de se relacionar com bancos que tenham representatividade no mercado brasileiro. O executivo não quis revelar qual a base de cartões com a bandeira American Express no País. O BB tem uma base de cartões de débito e crédito de 78,6 milhões de unidades, com um total de transações de R$ 18 bilhões no primeiro trimestre do ano. Segundo Molina, o crescimento no faturamento está em aproximadamente 30%, ante os 24% do mercado. Ao agregar na base de cartões produtos para alta renda, a expectativa do banco é continuar com um crescimento acima da média dos concorrentes e, dessa forma, ganhar participação de mercado. Ao final de março, a participação de mercado do banco federal era de 18,7%, um ponto porcentual acima do registrado em igual período de 2008. Para este ano, a expectativa é que o faturamento do segmento de cartões tenha um incremento entre 20% e 25%, acima dos cerca de 15% da projeção desse setor. Questionado se possíveis mudanças na regulamentação do setor de cartões poderiam reduzir os ganhos do BB nesse segmento, Molina afirmou que o banco está focado no aumento do volume de operações com os cartões, e que caso haja uma redução nas taxas cobradas para essas transações, elas serão compensadas pela contínua migração dos meios de pagamento tradicionais, como dinheiro e cheque, para as alternativas eletrônicas.